Parabéns

29 03 2009

Ontem foi um dia muito especial: meu irmão Luciano casou-se com sua noiva, Denise e formam o mais novo casal de Porto Alegre. A Gra e eu tivemos a honra de ser padrinhos na linda cerimônia, que aconteceu na igreja da N.S. da Assunção. Depois todos os convidados foram recepcionados na Sociedade de Engenharia, às margens do lago Guaíba, uma vista sensacional.

Parabéns aos dois! E que curtam sua merecida lua-de-mel, nas cálidas águas do Mar do Caribe. Esperarei charutos da terra de Fidel, hehehe.





Releve, ele não sabe o que diz

27 03 2009

Gordon Brown, primeiro-ministro britânico, está em “turnê” pelas Américas. Claro que ele não perderia a oportunidade de visitar Lula, o novo pop-star da crise internacional.

Péssima idéia.

Desconsiderando as intensas súplicas de seus assessores, que lhe pedem para seguir estritamente o que lhe foi redigido em seus pronunciamentos, LULLA resolveu dar asas à sua imaginação e falar o que lhe viesse à mente. Aí ele soltou uma verdadeira pérola: “a crise foi causada por brancos de olhos azuis“. Não sem razão, Brown mostrou constrangimento com os infelizes comentários RACISTAS do mandatário brasileiro.

mim não conhecer bons modos, icumpanhêro/i Brown

"mim não conhecer bons modos, cumpanhêro Brown"

Algum assessor do premiê lhe informou que esse comentário era pra “consumo interno”. De qualquer modo, é de um mau-gosto incomensurável. Ele insiste em afirmar, para quem quiser ouvir, que o Brasil não tem nada a ver com a crise financeira e que somos “coitadinhos” nesta história.

O pior é que a principal razão da visita de Brown era “abrir caminho” para um melhor entendimento na reunião de cúpula do G20, que ocorrerá dia 2 de abril, em Londres, a qual será evidentemente presidida pelo primeiro-ministro britânico. Com essa demonstração, parece que Lula não facilitará as coisas.





Amanhecer escuro

27 03 2009

A impressão que dá é que o Grêmio está louco para fazer um fiasco homérico, mas não sabe quando. Sendo o cabeça de chave de um grupo que talvez seja o mais fraco de toda a 50a Libertadores, conseguiu passar sufoco num jogo contra a equipe que havia sido goleada pelos outros dois integrantes do grupo (que não venceram o Grêmio).

O Aurora, de Cochabamba, mostra ser a típica equipe boliviana, que só consegue causar algum tipo de incômodo aproveitando-se da altitude – Cochabamba fica a 2500 metros do nível do mar.

pior atacante do mundo? CHUPA, Marca!

pior atacante do mundo?

Não vou fazer um relato completo do jogo, até porque o André K, do Grêmio 1983, já o fez com muita qualidade. Minhas considerações são de que o Grêmio teve uma CARAGLIADA de chances de gol no primeiro tempo, especialmente na primeira metade. Novamente, alguma coisa impedia a bola de entrar. Mas o Grêmio passava pela marcação cochabambina com muita facilidade, sem a necessidade de alçar bolas na área. E foi assim que saiu o gol de Jonas, em jogada pelo meio, em tabelamento da dupla de ataque tricolor.

Depois do gol, o time relaxou um pouquinho até o final do primeiro tempo (o gol foi aos 41′). No início do segundo tempo, mas duas chances importantes. Duas não, três, pois Jonas novamente repetiu o feito de errar mais de um gol em uma única jogada, perdendo duas chances significativas de gol em um lance. Me parece que o problema dele é concluir muitas vezes em cima do goleiro – precisa treinar mais o chute fora da direção do arqueiro adversário. Logo em seguida, Alex Mineiro (que fez boas assistências no primeiro tempo mas concluiu muito pouco) foi desleixado e perdeu um gol bastante claro.

“Quem não faz, leva”.

O famoso ditado ludopédico, que não se manifestou no jogo contra o Boyacá Chicó, embora parecesse que a qualquer momento ocorreria, desta vez fez uma vítima. Logo depois do erro de Alex Mineiro, o goleiro Dulcich fez o que já vinha sendo alertado como a principal jogada do Aurora em sua casa: ligação direta até o ataque, fazendo a bola chegar até Paredes, que recebeu nas costas de uma defesa despreparada (apesar da insistência de Roth em prepara-los para isso) e desviou de Victor. 1 a 1.

A sequência da partida mostrou abalo psicológico e um certo desespero. Pois o Grêmio passou a fazer faltas mais fortes, receber cartões amarelos e teve uma expulsão, em agressão de Jonas a um defensor boliviano. O avante gremista alega que foi agredido antes e que o jogador do Aurora também deveria ter sido expulso. Isso não o absolve, apenas acusa o bandeira.

Após a expulsão de Jonas, o time ficou totalmente sem ação, vencido pelo cansaço evidente de alguns jogadores – Ruy, Tcheco e Fábio Santos se arrastavam em campo. Souza não jogou um ovo desde o início da contenda, por isso, não posso apontar cansaço como motivo. O Aurora não ameaçava mas nada dava a entender de que o Grêmio mudaria o panorama. A alteração de Alex Mineiro por Herrera não surtiu nenhum efeito, até porque, após a expulsão, a tática de jogo foi “balão pra frente”.

O goleiro Dulcich, que já havia feito grandes intervenções na partida, impedindo uma derrota dilatada de seu time, resolveu dar uma ajuda ao Grêmio e engoliu um frango monumental, em cobrança de falta despretensiosa de Tcheco, novamente aos 41 minutos da segunda etapa (número cabalístico?). O gol deu uma certa “justiça” ao placar, já que o Grêmio foi superior à equipe local em todo o jogo. Mas não foi um gol “merecido”, considerando a produção que o tricolor vinha tendo na segunda etapa do jogo.

Mais do mesmo: Grêmio errando muitos gols fáceis, mostrando que este problema não deve ser apenas coincidência (não acredito no raio caindo no mesmo lugar 3 vezes). Definitivamente este problema precisa ser corrigido, com urgência.

A defesa não é tão sólida como costumava ser. Os três zagueiros são lentos, sofrendo muito contra atacantes rápidos. Não à toa, o Grêmio sofre muitos gols.

Definitivamente algo incomoda o lado emocional do grupo tricolor. Talvez a pressão que caiu sobre eles por terem perdido dois grenais neste ano. É inexplicavel o “blecaute” que assolou o grupo gremista depois do gol de empate sofrido. O time adversário era muito pior – seria fácil voltar a ter vantagem no marcador. Mas não, Ruy, Adilson e Jonas receberam cartões por lances tolos.

Alguém precisa explicar pro grupo que não dá pra facilitar para os árbitros quando se joga fora de casa. Ok, não deveria ser assim, mas é, inclusive a favor do Grêmio em algumas partidas no Olímpico.

Muito se sentiu do clima pós-jogo como sendo de “velório”. Pouco se disse que o Grêmio, com a vitória, alcançou a liderança isolada do grupo 7, sendo que suas duas vitórias aconteceram fora do Olímpico. Ou seja, a classificação está muitíssimo bem encaminhada e existem grandes chances do Grêmio sair líder do grupo, com excelente campanha. Insisto em dizer que não será absurdo se o Grêmio vencer seus próximos 3 jogos e terminar a fase com 16 pontos ganhos – uma das melhores campanhas entre todas as equipes, seguramente.

Próximo jogo contra o mesmo Aurora, no Olímpico, no dia 7 de abril. Jonas obviamente estará fora da equipe, suspenso e deverá ser substituido por Herrera. Acredito que a parceria entre o argentino e Alex Mineiro poderá ser positiva. Também entendo que Jadilson deveria assumir a titularidade pelo lado esquerdo – Fábio Santos novamente jogou muito pouco nesta posição.





Sobre o campeonato gaúcho

20 03 2009

Eu tinha vontade de escrever este texto há mais tempo, estava BOLANDO-NO há uma semana, mais ou menos, mas acredito que a goleada de 6 a 1 aplicada pelo Grêmio sobre o São José, de Porto Alegre, me ajudará a SINTETIZAR melhor a idéia.

homenagem à esposa

homenagem à esposa

É comum haver uma discussão sobre a importância e a relevância do campeonato gaúcho para os grandes clubes do Rio Grande do Sul. Como “grandes” eu classifico Grêmio e Internacional – o Juventude seria um clube médio, Caxias e Brasil de Pelotas, médio-pequenos e os demais são todos pequenos.

Afinal, o quanto importante para o campeonato gaúcho é a presença da dupla Grenal? Sim, pois excluindo-se alguns acidentes de percurso, os campeões gaúchos são, quase invariavelmente, Grêmio e Internacional. Então, para os clubes do interior, o “prêmio” de consolação geralmente é classificar-se para a final, ou para uma semi-final, dependendo do caso.

Porém, é importante que se diga que, na maioria dos casos, os clubes interioranos só conseguem triunfos sobre os grandes da capital quando estes jogam com equipes mistas ou mesmo reservas, como foi o caso do Internacional em 2007 e está sendo o caso do Grêmio neste ano. Quando os gigantes “acordam” e resolvem jogar com alguma seriedade, como foi o caso anteontem, vemos o resultado.

Analisem quantas goleadas já tivemos neste campeonato gaúcho… me parece claro que é o reflexo de um torneio nada equilibrado.

O maior problema disso tudo é que o Gauchão, assim como a maioria dos campeonatos estaduais (incluo o Paulista) não é um teste adequado para os clubes que enfrentarão a Série A durante todo o resto da temporada, assim como outros campeonatos importantes, como é o caso da Copa do Brasil e Libertadores da América. Com isso, os clubes grandes jogam uma quantidade impressionante de partidas – se o Grêmio for à final do segundo turno, serão 21 jogos. Se vencer a final, haverá mais dois jogos. É o equivalente a quase 2/3 do campeonato brasileiro. Vejam o risco de lesões que essa quantidade enorme de jogos pode causar aos atletas.

Soluções: eu sempre fui a favor dos regionais – Rio-São Paulo, Sul-Minas, etc. Eram campeonatos curtos, vibrantes e rentáveis. Os campeonatos estaduais poderiam continuar a ser disputados pelos clubes menores, sendo que os primeiros colocados ganhariam vagas para a Copa do Brasil e para as taças regionais, além de servir como seletiva para a Série D do campeonato brasileiro.

Outra possibilidade é permitir que os clubes que disputam a Libertadores joguem também a Copa do Brasil, alongando-a para parte do segundo semestre, disputando os jogos entre as rodadas do campeonato brasileiro. Esse modelo é adotado pela maioria dos países europeus.

Enfim, sei que o assunto é polêmico, mas eu tenho bastante convicção de que a disputa dos campeonatos estaduais é pura perda de tempo e dinheiro.





Sonambulismo no futebol

16 03 2009

A partida que o Grêmio fez contra o Sapucaiense ontem no estádio Cristo Rei, em São Leopoldo, foi literalmente pro gasto. Nada mais correto, considerando-se a extenuante viagem à Colômbia, a que foi submetido o grupo principal nesta semana. Ainda que a próxima viagem seja somente na próxima segunda-feira, é importante  preservar jogadores para os confrontos mais importantes.

Por causa disso, nem Tcheco nem Souza participaram da vitória gremista, por 2 x 0. Adilson também foi poupado. Em vez disso, houve a participação de Maylson e Makelele na meia-cancha, além da estréia de Júlio César, um volante que teve boa participação, principalmente no primeiro tempo, quando o tricolor marcou seus dois gols na partida, através de Léo e Makelele.

Se mantiver o bom nível nos próximos jogos, Júlio César poderá ser um reforço valoroso para as fases seguintes da Libertadores e mesmo para o Campeonato Brasileiro, já que a falta de Willian Magrão já está sendo sentida.

Ao virar o cronômetro com a vantagem já consolidada, o Grêmio jogou o segundo tempo visivelmente resguardando-se, para evitar desgaste maior. Corretíssimo. Apenas penso que Douglas Costa e Maxi Lopez poderiam ter jogado desde o início do jogo ou, pelo menos, o segundo tempo inteiro. Eles precisam de ritmo de jogo.

Infelizmente o espetáculo não foi bom de se ver na segunda metade da partida, já que as chances de gol escassearam. O fraco time de Sapucaia do Sul não teve forças nem para agredir minimamente um desinteressado Grêmio, exceto por um chute de Adão no poste de Marcelo Grohe. Aliás, provavelmente o Sapucaiense será rebaixado neste ano, assim como o Brasil de Pelotas, pois estão muito defasados em relação aos oponentes mais próximos, faltando poucos jogos (4) para o fim da segunda fase do campeonato.

Com a vitória o Grêmio assume provisoriamente a quarta colocação do grupo 2 da Taça Fábio Koff, mas será invariavelmente ultrapassado por Santa Cruz ou Caxias, que se enfrentam hoje a noite, no estádio dos Plátanos, em Santa Cruz do Sul. Há grandes chances do Grêmio não terminar esta fase em primeiro lugar do seu grupo até porque o Grêmio deverá jogar o restante do gauchão com equipes mistas ou reservas.

O próximo jogo do Grêmio será em casa, quarta-feira, contra o São José, com a certeza das ausências de Ruy, Léo, Rafael Marques, Makelele e Jonas, atletas que enfrentaram o Boyacá e o Sapucaiense. Tudo pela terceira Libertadores.





Roth segue, mas com zumbido no ouvido

12 03 2009

Não comentarei o primeiro tempo do jogo, pois não o vi. Apenas o gol, uma bela bucha de Souza, que ainda fez mais alguns ótimos arremates de fora da área, com muito perigo.

Assistindo a uma compilação de lances de gol do Grêmio, feita pelo ClicRBS (não consegui EMBEBEDAR o vídeo), dá pra ver um excelente chute de Jonas que foi no travessão. Impressionante, pois ele pegou a bola de primeira, sem nem deixá-la quicar no gramado.

No segundo tempo, fiquei ligeiramente preocupado com a posse de bola que o Boyacá Chicó conseguiu manter por uns 10 minutos, muito em virtude de um excessivo recuo da equipe gaúcha. No entanto, em bola roubada da intermediária, Jonas arrancou do lado esquerdo do meio-campo em direção ao goleiro, sem nenhuma marcação. Mas a conclusão foi em cima do arqueiro colombiano.

entenderam porque eu não quero jogar com dois atacantes?

"entenderam porque eu não quero jogar com dois atacantes?"

Logo em seguida, Roth sacou Tcheco e Alex Mineiro, para a entrada de Makelele e Herrera. O meia FRANCÊS (ns) entrou bem, colocando velocidade nas jogadas pelo lado direito, embora perdeu bola fácil na intermediária, causando certo perigo à defesa tricolor.

Aos 25 minutos do segundo tempo, Mahecha tentou simular falta na entrada da área e o árbitro argentino Sérgio Pezzota aplicou cartão amarelo. Como era o segundo, o jogador colombiano foi pra rua, o que facilitou ainda mais a vida do tricolor dos pampas. Mas as coisas poderiam ter sido fáceis e não foram. Aos 35 minutos, Jonas, que já havia perdido um gol feito, conseguiu a façanha suprema: errar TRÊS gols facílimos em um único lance. Primeiro, ao concluir, novamente livre com o goleiro, em cima dele (mais uma vez). Só que desta vez, o goleiro deu rebote, que o jogador pegou, tirou do goleiro e concluiu… no poste! Jonas ainda colheu o novo rebote, driblou o goleiro e, dentro da pequena área, a centímetros da linha do gol, ele chutou uma bola inexplicável, alta, que passou na frente da goleira e sobrou para o zagueiro, no outro lado.

Em seguida, Herrera também deixou sua marca, ao arrancar pelo lado esquerdo e chegar até a pequena área, onde se enrolou com os papeis e a bola bateu em sua CANELA.

Só vendo pra crer:

Ficou a sensação de que acabaríamos levando um gol, tamanha a incompetência dos atacantes gremistas para marcar os seus. Mas o Boyacá não deu muitas chances para medo. A melhor chance que o time da casa teve no segundo tempo foi uma cabeceada de Palácio, que foi bem defendida por Victor. No mais, teve algumas chances de chegar até a área, mas eram desarmados ou bloqueados pela defesa tricolor.

No finalzinho, Adilson literalmente PISOU NA BOLA, escorregando e entregando um contra-ataque de graça para o Boyacá, que não soube aproveitar. Acho que ele seria linchado pela torcida caso o time colombiano marcasse.

te liga no jogo guri!

"te liga no jogo guri!"

Falando no jovem volante gremista, alguém precisa dizer pra ele parar de dar carrinhos por trás desnecessários, como aconteceu no Grenal e ontem, próximo do final do jogo, que lhe rendeu um cartão amarelo absolutamente desnecessário. Ele precisa aprender a jogar ligado no jogo mas sem cometer faltas estúpidas.

No final, vitória pelo placar mínimo, mas que foi suficiente para colocar o Grêmio no topo do grupo 7, empatado em pontos com a Universidad de Chile, porém, com saldo de gols inferior ao do time chileno. Os próximos dois confrontos serão contra o Aurora, da Bolívia, primeiro em Cochabamba (25/3) e depois no Olímpico (7/4). Esse time perdeu os dois jogos que disputou, ambos de 3×0. Provavelmente será o saco de pancadas do grupo e o Grêmio tem que aproveitar não apenas para vencer, mas para fazer saldo de gols.

Porém (ah porém), quem tem Roth tem medo, portanto, espero que o time continue focado e que não entrem no confronto com espírito de “jogo jogado”.

Fotos: Globoesporte.com e Terra.





Noite de tudo ou nada

11 03 2009

Não gosto muito dos climas de “urgência”, às vezes divulgados pela imprensa sem verdadeira necessidade. Mas é compreensível que se produza um ambiente de absoluta necessidade de vitória no jogo de hoje à noite, na cidade colombiana de Tunja, contra o Boyacá Chicó.

A sequência de resultados ruins iniciada no empate em casa contra a Universidad de Chile (o pior de todos, em minha opinião) e consolidada com a covarde derrota no Grenal (quando o Grêmio não jogou um ovo) e depois com o empate em casa com o Ypiranga de Erechim e derrota em Santa Cruz do Sul, contra o Santa Cruz, deixou o tricolor gaúcho num clima extremamente ruim. A sensação que está difundida entre os jogadores e a torcida é de que nada está dando certo, apesar dos esforços. De fato, a estreia gremista na Libertadores foi o melhor exemplo disso, quando o time criou UM MILHÃO de oportunidades de marcar e não conseguiu estufar as redes adversárias.

Garnero, a cabeça do Chicó

Garnero, a cabeça do Chicó

O técnico chicoense (ou seja como se poderia chamar isso), Alberto Garnero, ex-jogador da seleção colombiana e amigo de Valderrama, concedeu entrevista à Zero Hora, chamando o Grêmio de “potência mundial” e paga pau pros brasileiros do começo ao fim. Claro que o que ele disse é verdade, especialmente a parte sobre a potência, mas ele também está tentando transferir a responsabilidade para o adversário. Ele deve estar informado sobre a má-fase do tricolor e tentará aproveitar isso em seu favor.

Portanto, hoje o Grêmio tem que jogar com inteligência, para vencer o adversário colombiano, que é líder do campeonato nacional. De todas formas, desconhecemos a qualidade deste time, já que o jogo contra o Aurora não serve muito como referência.

O pior é que provavelmente eu não conseguirei assistir ao primeiro tempo, pois tenho que ir a Caxias. Mas espero poder assistir à maior parte do jogo.

P.S.: Nem vou comentar o filme “Kicking dead GUAIPECAS”, que passou ontem no PFC. Muito TRASH.