Livre para ir à Califórnia

21 11 2009

Ontem aproveitei o feriado paulistano da Consciência Negra para renovar meu visto americano. Como meu visto anterior, de 5 anos, era de negócios e turismo (B1/B2), a lei americana permite que seja utilizado um sistema agilizador de renovação, quando o anterior venceu há menos de 12 meses. Desta forma, pude apresentar-me ao consulado sem agendar entrevista e, sem fazer entrevista alguma.

Na realidade, não posso dizer que eu “aproveitei” a situação. Na verdade, tive muito mais sorte do que juízo. Fiquei sabendo que era feriado em SP somente na noite anterior à viagem, o que me deixou totalmente estressado enquanto me dirigia a Porto Alegre (optei por passar a noite no Nado, já que meu voo sairia às 7 da manhã de ontem). Embora o site do consulado paulista dizia que no dia 20/11 somente não haveria atendimento no consulado do Rio de Janeiro, eu, descrente, fiquei ainda na dúvida. Já pensou se eu simplesmente perdesse uma viagem a São Paulo?

Logo que cheguei em Sumpa, liguei pro consulado. E fiquei tranquilizado ao saber que eles estavam atendendo normalmente. Então, acabou sendo tudo positivo para mim, pois, como era feriado, tinha muito menos gente do que o normal no consulado e as avenidas estavam todas tranquilíssimas, sem o menor sinal de congestionamento. Pena que o calor era do CÃO.

Só que nem tudo foi flores. Meu voo de retorno estava marcado para as 17:20, mas eu estava liberado ao meio-dia, do consulado. Voltei pra Congonhas, para tentar antecipar meu retorno. Quem disse que eu consegui? Como eu emiti o bilhete com milhas (reduzidas, ainda por cima), eles disseram que não dava, só ligando para a central Smiles e pagando uma diferença de R$ 50. Até tentei fazer isso, mas o sistema do Smiles estava fora do ar. Tive que ficar 5 horas esperando no aeroporto, cujo ar condicionado não funcionava a contento.

Isso não foi o pior. Saindo supostamente às 17:20, eu chegaria 18:30 em POA. Evidentemente, houve atraso na saída e meu voo chegou em POA às 19:00. Saí rapidinho do aeroporto, pois não tinha bagagem, paguei o estacionamento, peguei o carro e… a BR 116 estava TRANCADINHA. E assim ficou até o viaduto de Scharlau. Espetáculo. Gastei provavelmente o dobro de combustível para voltar do que o que eu tinha gastado para ir (quase isso).

Mas enfim, o bom é que meu visto foi aceito, sem maiores delongas. Não sei para quantos anos eu o terei, isso só saberei quando receber meu passaporte de volta. Mas acredito que será, pelo menos, por mais 5 anos. Se eu conseguir para 10, será o melhor dos mundos!

Agora tenho certeza de que poderemos ir tranquilos para a Califórnia, pois, enquanto eu não tinha a certeza da renovação do visto, não podia estar totalmente tranquilo.

Pior é que tinha um magrão na minha frente, no consulado, que teve seu visto negado. Deve ser SODA de ouvir uma coisa dessas…

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